Page 7372 - Revista Telebrasil
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A terceira m esa üe debates contou com a Internacionais do M inicom , G ilberto Geraldo
presença de Luiz Carlos Bahiana, presidente Garbi, da Telepar, D elson S iffert, d ire to r da
da Equitel, e Cláudio Dascal, da Elebra. O Telebrasil e da Elebra. deputado A rolde de
presidente da Telebrasil, com andante Oliveira, e G ildarte G ia m b a stia n i da Silva,
Q uandt de Oliveira, foi o mediador. A rthur presidente da Telpe, tam bém tom aram parte
C esar Ituassú, Secretário de Assuntos no debate.
P- B ahia na: Foi m o n ta d o um aparato R-Bahiana: Aproveito então o ensejo para tos específicos e vem os que o cliente ex
com plicado que envolve o suporte do Ita- convidá-lo a continuarm os a em purrar terno reputa o S istem a Telebrás como
maraty, da Cacex e do próprio M inicom este assunto nos próxim os m eses de um elem ento de garantia para a assistên
para chegar às portas de países do 3? modo a concretizarm os todo este nosso cia que nos propom os dar em relação à
m undo que estão em situação económ i esforço. com pra de produtos brasileiros de TCs.
co-financeira p io r do que a do Brasil. E
chegam os a um impasse: não temos cre PD ascal: Nesta oportunidade única de P Dascal: E quanto a atuação dos seto
dibilidade para obter crédito nem para estar pessoas da indústria e do governo res de prom oção com ercial no exterior?
nós, quanto m ais para terceiros. Também reunidos, gostaria de solicitar ào repre R-ltuassú: Creio que estes estão ficando
nos foi dito que para 64 os subsídios à ex sentante do Minicom, qual sua avaliação m ais sensibilizados em relação aos as
portação serão diminuídos. Já estivemos sobre os m ecanism os de prom oção de suntos de TCs. Se no entanto os viajan
na N igéria e no Equador e lá querem tro senvolvidos em conjunto pelo seu M inis tes se sentiram sa tisfe ito s em determi
c a r pe tró le o p o r produtos brasileiros. tério e pelo das R elações Exteriores. nadas ocasiões, em outras poderiam re
M as as dificuldades são grandes e ai per Nossa im pressão com o industriais è a clamar, às vezes, da burocracia, às vezes
g u n to : C om o devem os proceder para de que existem objetivos e elem entos de da lentidão da inform ação, às vezes da
operacionalizar nossas exportações, nos atuação corretam ente fixados, m as que falta de apoio político, m as o sentimen
casos em que tem os convênios recípro a ação desses m ecanism os de prom o to que as S ecom s têm da indústria de
cos? Com o proceder para não ficarm os ção é ainda m uito tím ida apresentando
com um esquem a m ontado e tirarm os evidente dificuldades em atuar de m anei TCs é por sua vez m uito negativo.
E preciso entender que a Secom atua
pouquíssim o resultado? Como agir no ra efitivamente comercial. Em outros paí no exterior a nível m ais pessoal do que
caso de um Equador? ses, vemos que o representante do Go
R-ltuassú: No caso do Equador buscou- verno lá fora é efetivamente um vendedor político, este reservado à figura do em
se a realização de um acordo para trocar das indústrias que fabricam os equipa baixador. O corre que se nas viagens ao
o petróleo equatoriano por produtos e m entos naquele país. Com o seria a ava exterior não houver o contato do empre
serviços brasileiros. Sucede lá ocorre um liação do esforço brasileiro? sariado com a Secom faltará um impor
problem inha: o produto da venda de pe R-ltuassú: Desejo então ressaltar os as tante vínculo para que o m acanism o fun
tróleo é rateado entre diversos setores e pectos positivos dos acordos de coope cione em toda sua plenitude.
o Instituto Equatoriano de TCs, que é ob ração técnica, cuja filosofia foi alterada
jeto de nosso particular interesse, não a partir de 83. Antes, lá pelos anos 7 9 a P;Garbi: A im agem do grau de desenvol
participa deste processo. ênfase era de que nossos po ssíve is vim ento do B rasil lá fora, nem sempre
nos é m uito favorável, principalm ente em
clientes deveriam conhecer a nossa in
P-Bahiana: Não seria então o caso de tra dustria de TCs, com o um todo, diqam os se tratando de exportar produtos de alta
balhar na área econôm ica, via Itamaraty, a nível da Abinee. te cn o lo g ia , com o são os do setor das
para tentar im plantar um program a p rio Hoje estam os partindo para proqra- TCs. N ão seria o caso de utilizar as em
ritário de troca de barris de petróleo por mas de apoio a projetos específicos in presas de telecom unicações para pro
produtos e serviços de TCs? cluindo em presas e produtos claram en- m over um program a de cooperação com
R-ltuassú: Vejo tam bém que, em parale te estabelecidos. Também passam os a outros países? A Telepar, por exemplo, es
lo com esta via diplom ática, poderia ser utilizar os m ecanim os de cooperação tá patrocinando um curso de 60 dias pm
feito um trabalho m uito eficaz junto ao técnica numa visão, vamos dizer, de pres ra técnicos de Cabo Verde.
Congresso desses países por intermédio são pohtica_Mas nosso program a ainda
da nossa Com issão de Relações Exterio
8 4 a SeP,an nos conce-
res da Câmara. * adicionais sobre o orçam ento
de 83, numa inflação de m ais de 200%
Estam os utilizando a Finep com o fonte
adicional de recursos no caso de proje

