Page 1875 - Telebrasil Noticiário
P. 1875

D IV U LG A D O   P E L A
                                     ANO  II

                                                             FEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES DE EMPRÊSAS DE TELECOMUNICAÇÕES DO BRASIL                                                                                                                                                          N°.  22





                                        RIO  DE  JA N EIRO                                                                     N O V E M B R O                                   D E             1 9 6 1                                      DISTRIBUIÇÃO INTERNA






                                                                                                                    D ireto r  resp o n sáv el :  H u g o   P.  S oares

























                                                                              Nossa  edlçgo  de  hoje  ç  dedicada  in te ira n e n te   ao  P ro je to   de  Codlgo  B ra-

                                 s ^ e i r o   de  Telecom unicações,  que  tra m ita   pelo  C ongresso  N acio n al.  0  Suplemento  con­

                                 tem  m ag istral  p arecer  de  um  dos  m ais  em inentes  e  co n ceitu ad o s  j u r i s t a s   b r a s ile ir o s   -


                                PORTES  D2  MIRAKDA  -  a  re s p e ito   d$  m a té ria ,  opinando,  vemente  e  com  a  rja io r  segurança,

                                pela  in c o n stitu c io n a l idade  de  inúm eros  dos  d is p ç s itív o s   do  P ro je to ,  ja   a n te s  c o m o


                                ta is   apontados  p ela  TSUSBRASIL.                                                                       No  B oletim ,  p ro p riam en te,  divulgam os  a  in te g ra   do

                                d iscu rso   pronunciado  no  Senado  F ed eral  pelo  Senador  Cunha  Melo  -   n a n ife s ta ç a o   co ra­

                                 jo sa  e  in c is iv a   em  d efesa  da  in iç ia tiv a   p riv a d a ,  o ra   ameaçada  em  fa c e   da  e s ta tiz a ç a o


                                preconizada  no  s u b s titu tiv o   da  Camara  dos  D eputados.








                                                                              A  T2 dBRASIL,  desde  o  prim eiro  in s ta n te ,  em  tra b a lh o s a                                                                                                                      campanha  de

                                esclarecim en to ,  yen  lu tan d o   p ela  re je iç ã o   dos  a r tig o s   m o n o p o listas  do                                                                                                                                        P ro je to ,.,  e ,


                                des'L   p o sição ,  lhe  tem,  mesmo,  re su lta d o   as  m ais  acerb as  e  in ju s tif ic a d a s   ac u saçõ e s,

                                p a rtid a s   de  alguns  dos  mais  extrem ados  d efen so res  do  s is te ç a   m o n o p o lista.  A -entidade


                                que  congrega,  h c je ,  em  todo  o  B ra sil,^ m a is  de  90%  £as  em presas  de  se rv iç o   ’de  tj l e c o -

                                m uni caçoes  e x is te n te s   no  paj.s  -   que  sao  m ais  dç  t r e s   cen ten as  de  so cied ad es  anônimas


                                i-tç n o n a s ,  independentes  -umas  das  o u tr a s ,  onerando  a  q u asi  to ta lid a d e   das-  lin h a s   t e -

                                l  -.o n icas  em  f  uncionamento  en^todo  o  t e r r i t ó r i o   n a c io n a l  -   nao  p o d e ria ,  e  obvie ,cm i-

                                tir - s *   caso  de  tamanha  im p o rtância  p ara  suas  f i l i a d a s ,  nem  f u g ir   ao  d ev er  de  d ar  com


                                 wate  as  m ecidas  in te n ta d a s   no  le g is la tiv o   p ara  liq u id a r ,  de  v e z ,  com  a  i n i c i a t i v a

                                p riv a -a   no  s e to r  da  telecom unicação.








                                                                             a  tz m k                                         e  uma  en tid ad e  de  C lasse  que  se                                                                   reg e  por  E s ta tu to   re g ig

                                trado                            no  7.091,  no                             liv r o   A-U,  do  C a rto rio   C astro   M enezes,


                                a rtig o               1« d iz   bem  de                                    ‘^ fin a lid a d e   p rim o rd iais                                                                                              no  Rio  de  Ja n e iro   e  seu








                                                       ê     *                                das  A ssociações  de  re p re sa s  de  Telecom unicações  do  B ra s il  -

                                                       --ie -.rc .r-i  -   soc-edaae  sem  fin s   lu c ra tiv o s ,  com  sede  na  C a p ita l  F ed eral


                                                       ; r * ^ dS  82  U  dJ  seten5r?  de  1959  ^   cidade  de  Sao  Paulo  p ara  o r l e n t lr ,


                                                       c S                                                                                                e/ r -Pre s e n ta r  a s .a tiv id a è e s   das  em presas

                                                       2         *  **“ s  Ç-.ejSdS  .ç g io e s  do  p a is ,  se  dedicam  a  operaçao  do  se rv iç o   de


                                                                                                               e  £S  a tlv ld a d *s  c o r r e la ta s ,  zjeger-se-a  p S o
                                                           s t o tu  to  e  i-er«*.  as  seg u in tes  fin a lid a d e s   p recíp u as:






                                                                                                         para  que  sei ac  adotadas  normas  e  c r i t é r i o s                                                                                               capazes  de

                                                       d e ^ co n trib u ir  para  a  solução  de  prob^m as  e  p ara  a  am nliacõa  e ^ r i m o “!


                                                                                  dos  sj-s-c-as  de  telecom unicações  ora* v ig en tes" no  P a?s,  coo-^e  -

                                                                                                            da?  A ssociações  f i li a d a s ,  as  ezçtr|sas  r l c i ^ l s




                                                        ao7  sempre  ^ e   n e c e ^ ? io ? » SeU                                                                               JUnt°  a° S  0rg£0S  com petentes "da  D






                                                                               Noutro  in c iso   de  seu  E sta tu to   e s ta   d ito   que  é  dever  da  Federaçéo:






                                                        ooSStr a r *  J t i Xaa5n t«>  «p  todos  os  se n tid o s,  coa  os  Poderes  P úblicos  v i­

                                                        sando  a  solução  uos  prob^e^as  relacio n aco s  coa  a  talecom unicacao no P -'s .

                                                        in c lu siv e   in terv in d o   como  orgõo  de  re Presen taçõ o   d ís   é n í ^ d e !   ? i U a ^ ,
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