Page 1881 - Telebrasil Noticiário
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restringe^a opção,se se tira a opção - sempre a de deixar-se campo livre ao
para troca-la por imposição,em virtude Estado para fazer o,que entender no ajg
imperativo dexmaa lei,Jam ais a Uni mento preciso, is to .e,para explorar dj,
ão poder voltar a sua faculdade de op retamente ,se isto lhe convierf ou cojj
tar por explojar diretamente ou n a o , ceder e autorizar,se assim parecer-Sie
conceder ou nao, salvo por outra l e i .- mais adequado,podendo o Estado fazer
isto .to ta l ou parcialmente,Enfim, Sr*
„ 0 gr.Sergio IJarinho - Nessas oon Presidente,nunca procurou o leg isla -
dições,nao tenho duvida em fazer mi dor colocar^sob sua direta e privati
nhas as palavras de V. Sju* quando en va exploração serviços que,a çeu ver,
tende que o dispositivo da le i ordiná podem ser executados por empresas de
ria contraria frontalmente a competem— capital privado,sob o controle do Es
oia constitucional. tado*
0 Sr,Cunha Mello — Nao so a co^» -- Isso nao obstante,8rtPresidente,
traria,mas acaba dg vez coa a faculda embora tenha gido esta,invariavelmen
de optativa da União, te,a orientação do legislador,surge -
ngs de repente,sem m^lorqs prepara -
0 Sr,Sérgio Marinho - A alegação çoes,sem que a opinião publica tenha
que se Içvantg de que a Constituição nem ao menos discqtido o assunto, sqm
outorga a ünlao a faculdade de agirdes que nem mesmo na area dos podereq pú
se ou daquele modo,podendo o le g isla - blicos tenha-se cogitado da matéria,
dqr çrdlnarig estabelecer quq se faça surge-nos de repente,repeto,um proje
so desse e nao daquele nodo e, eviden- to que in stitu i o "monopollo da União
teaentf,aaa maneira de restringir essa em relaçao aos troncas transportado -
competência. çes de tglecomunicaçoes“ .Este projeto
e o da Camara ora sob nosso exame*
0 Sr.Comha Mello - k orientação,
deve partir^do Conselho Racional de T& Ora,Sr.Presidgnte,tantoAo nosso
lgcomnnl caçoes, que pode sugerir ao Go projeto como o da Camara,preveem a ci£,
verno,nesta ou naquela oportunidade __ , açao de um Conselho-Nacional qe Tele
neste ou naquele local,operar ou não comunicações ao qual incumbira, p o r
diretamente • leijtra ça j o “Plano nacional de tele
comunicações” , disciplinando, enfim, com
0 Sr.Sérgio Marinho - Como V.Exa modernidade, o pçoblgma das telecomu
sq recorda, o ponto de vista qqe defeg nicações entre nqs, este Conselho,que
dl no meu p ascer contando,alias,com o mal existe gtraves de dgcreto execu -
prestigio de soa aprovaçao,foi no sen t i vo do governo do 8r*J§nio Quadros,e
tido de deixaj ao Conselho Racional de que passara a ter ejistenc^a legal a
Telecomunicações a faculdade de d a r , partir da promulgação do^Codigo ,Bra,-
qqando se deveria estabelecer o nono— s^leiro de Telecomunicações,sera o 0£
polio dos troncos, gao que,ulteriormente,poderá nos d i
zer sg a atual p o lítica de telecoau -
C Sr.Cunha Mello - í o_que sus nicaçoeg,de gxploraçao direta ou de
tentei nas minhas considerações poste concessões,nao interessarão p als,in te
riores. reasando mais a do monopollo.
0 Sr.Sérgio Marinho - Sinto - Ademais,como melhor argumento ,
muito ijonrado ec ver que meu ponto d« pode-se afirmaracom a própria reallda
vista e sufragado por V, Ex,*. de brasilelra,nao estar o nosso Govex
no,a União,sob qualquer aspecto ,habi
0 Sr.Cunha Mello - Muito litad a a assqm ir,a«frentar, como _se
do a V. S z .l.
quer,o monopollo das telecomunicações*
(lendo) - “Explorar,conceder ou
autorizar,q^andç,onde ç coao lhe con - À„afirmativa não e mossa.Podería
viesse e, nao,fosse,previanente deter- mos faze-la sqb nossa respçnsabilida-
n4nado,co*so Ja d issenos q repetimos de e ,deaonstra-la* Mas fazemo-la com
Nao_somcs contra o monopollo da explo a própria autoridade do “Conselho de
ração xapenas deixamos a faculdadq de Ministços", no seu programa de bases
exerce-lo ao proprio Espado, na epoca, dg governo. Nesse programa,que ainda
aça locais e nas çondiçoes do seu intg nao começou sequer a ser praticado,l£
resse. Ssta constância de procedimento go,inicialaente,cono aviso aos nave —
Sr.Presidente,jevela sen,duvida uma ip gantes incautos,diz-se o seguinte:- -
tellg en te, senão megmo%sabia p osição
brasileira ga relaçao a p o lítica de te “Impõe-sevtambém,namAsistema em
lecomunicações jconveniente ao pais.gej que a necessária convivência do E.g
do setor como e da nais alta importân tado e d§ in icia tiv a privada no cag
cia para a segurançp e para o proprio po econonicc encontra,lim ite s mal
desenvolvimento gcoromico-social da Np defenidos,demarcar as areag de cog
çao Brasileira,tem os seu* legislado - petencia e criar as condiçoes de
res achado que melhor p o lítica s e r í segurançaAe previsibilidade de caj^
culo economico. 0 setor privado dj

