Page 1883 - Telebrasil Noticiário
P. 1883

afce  hoje  as  Forças  Amadas  do  B ra sil                                                                                                           Çao  da  juventude,o  da  veracidade  das


                              tem  dado  ao  assunto,que  in te re s s a  a se                                                                                                       l$ fo m a ço a s,o   da  lib erd ad e  de  expres­

                             gurança  n a c io n a l.  S.Ex.&s  devem  e s t^ r                                                                                                      são,©  da  resp o n sab ilid ad e  s o c ia l  e . f l

                             cap acitad çs  a  d iz e r  qual  a  o rien tação                                                                                                       n$lm ente,o  da  e fic iê n c ia   das  comunica


                             que  o  Governo  v ai  tom ar.
                                                                                                                                                                                     çoes.




                                                E ste  e stu d o ,S r.P re sid e n te ,h á   de                                                                                                         Por  conseguinte>Sr.  P re sid e n te ,

                             nos  v ir   certam ente  dg  C onsell»  Nacio­                                                                                                          urgente  e  im portante  e  d o ta r-se  o  Es­


                             n al  de  Telecom |inicaçoes,assim   que  le ­                                                                                                          tado  de  instrum ento  le g is la tiv o                                                                      que

                             galm ente  ele  fo r  in s titu íd o   e  p a ssa r                                                                                                     Ihg  assggure  e fe tiv o   e  e fic ie n te   con­

                             a  fu n cio n ar.  A i,  e n tã o ,S r.P re § id e n te ,                                                                                               tro le   sobje  §s  a tiv id a d e s ,                                                    $obretu£o


                              sara  dado  ao  le g is la d o r  o rd in á rio   en-                                                                                                  co^  relaçao   $s  mais  lig a d as  g  opinião


                             c r r a r   a  questão  por^outros  prism as                                                                         ,                                  p u b lic a ;  o  rad io   e  a  te le v isã o .S ^ v e jg

                             entendendo  a te ,s e   fo r  o  caso ,  r e s tr ijj                                                                                                  b em ,S r.P resid en te,q u e  s irv a   também  ,a

                             g ir   a  opção  c o n s titu c io n a l  que  lh e  e                                                                                                  causa  da  lib erd ad e  e ,p o is,q u e   aç  p ro -


                             fa c u lta d a .  A gora,ngo,S r.P residente.N a                                                                                                       p rio   Estado  tambgn  subm eta.  Senão,Sr.

                             aÇual  c o n jm tu ra ,n a o .  ün  elem ento  não                                                                                                      P resid en te,po derão  os  se to re s  das  te ­


                             h a ,S r.P re sid e n te ,sa lv o   o p in iõ e s,  *que                                                                                               lecom unicações  servirem   ao  exclusivo

                             indiquem  a  oportunidade, a  çonvenien  -                                                                                                             uso  da  tira n ia ,u m a   vez  que  o  E stado,

                            c ia ,a   necessidade  e  a  ex ig en cia de pajj                                                                                                       n ç le s  invesl^ido  sem  nenhum  c o n tro le ,


                             sar  o  Estado  a  "ex p lo ra r  d ir e ta   e  pri,                                                                                                  d e le s  poderá  fa z e r  uso  para  o  puro  e

                            vativam ente  os  tro n cos  tran sp o rtad o   -                                                                                                        sim ples  endeusamento  dos  poderosos  do

                             re s " .                                                                                                                                               d ia .




                                                De  fu ta ro , S r. P re sid e n te ,  l o g   o                                                                                                        P r e f ir o ,S r3.S en ad o res,§   tir a n ia

                            que„o  Concelho  N acional  de  Telecomur^                                                                                                              do  E stad o ,a  t ir a n i a   das  em presas  p ri­


                            caçoes,apos  os  cuidadosos  e  apr^fundâ                                                                                                               vadas 1  Pensem  bem  qu al  a  t i r a n i a   mais

                            dos  estudos  que  f iz e r   da  s^tu açao ,su ­                                                                                                       a b so lu ta ,q u a l  a  ma^s  d i f í c i l   de  aupojg

                            g e r ir   e s ta   ou  aquela  so lu çg o ,sereid en                                                                                                   t a r :   se  a  das  em presas  p riv a d a s,  que


                             tre   os  prim eiros  que  e sta rã o   n e s ta tr i                                                                                                  podem  s e r  f is c a liz a d a s   e  co n tro lad as

                            buna  a  defender  o  p o n to -d e -v ista                                                                       do                                    pelo  Espado,que  tem  esse  serv iço   por

                            Con3e lh o ,a te  ^esmo  se  f o r   e ste   em  fa ­                                                                                                   concessão;  ou  se  a  do  E g tad o ,co n tra  a


                            vor  do  monopo^lo.  Pois  que  a i , s r . Pre-                                                                                                        q u al  nenhum  Poder  tem  fo rç a s  para  le ­

                            3idente,n93S£  o p o rtu n id ad e, te j e i   d i­                                                                                                     v i t a r -  se .  a  uma  tir a n ia   c o n tra   ou­


                            ante  de  nim  fundam entadas  razoas  para                                                                                                             t r a   tir a n ia .

                            que  doteoos_o  paí s   de  p o lític a   de  te ­


                            lecom unicações  com  sentid o  mais  rea­                                                                                                                                 E x tin g u ir  a  in ic ia ti v a   p riv a d a ,

                            l i s t a .
                                                                                                                                                                                    d iz  o  Papa  Joao  XXII  jja  su^  E n c ic liç a


                                                                                                                                                                                    “M atar  e t  M ag istra",  e  j^npor  a  p r ó ­
                                               § r.P resid en te,q u an d o _ estu d ei  es                                                                                         p ria   t i r a n ia   do  Poqer  P u b lico .S   o  q^e

                            t a  m atéria  para  a  fo r-u lação   do  subs­                                                                                                        se  pretende  fa z e r  e  t i r a r   d as  emprg-


                            titu tiv o   que  submeti  a ^ a lta   d e lib e ra ­                                                                                                   sas  p riv a d a s,p a ra   d ar  ao  Estado.Então,

                            ção  d e sta   C asa,s  a trav é s  dos  d is c u r  -                                                                                                  terem qs  o  abuso  do  poger  praticado^pe


                            sos  que  d e sta   trib u n a   p ro n u n ciei,  f iz                                                                                                 lo   p ro p rio   E stad o ,e  nao .p e la s  eaprê  -

                           d etalh ad a  exposição  a  re sp e ito   das  d i                                                                                                       sas  p riv a d as,q u e  podem  se r  f is c a liz a ­

                            versas  soluçges  adotadas  p elo s  p a íse s                                                                                                          das  pelo  Estado*


                           dq  c iv iliz a ç ã o   mais  ad ia n ta d a. 0  aono-

                            p o lio   e  uma  d en tre  o jtra s .E   que  an tes


                            de  in c lu ir   na  tra d ie a o   le g is la tiv a   -                                                                                                                    Telhamos  em  v is ta ,a g o r a Ano  cascj

                           d este  ou  daqgele  p a is ,e n   vez  de  tracei                                                                                                       a  s itu a ç a o ,p o r  exem plo,da  Unigo  Sovi£


                            z i r   o rle n ta ç a o   determ inada  p e la   a tu a l                                                                                              t i c a .  Os  seus  certam ente  esp len d id o s

                            im portância  do  s e to r .  Ha  o  sistg n a   ijj                                                                                                    e  e f ic ie n te s   " se rv iç o s   de  telecom uni­

                           g les,ex p lo rad o   por  una  co rp o ração ,cu -                                                                                                      cações"  a te   ha  poucos  anos  serviram  pg


                            jq s  membrgs  sao  e le ito s   p g lo ^Estado  .                                                                                                      r a   endeusar  o  fa le c id o   t i r a i »   Joseph

                           Ha  o  alernao,c u ja   exploração  á  d ir e ta                                                                                                          S ta lin .  A gora,servem   p ara  d e s tru i-lo ,


                            zelo  Espado.  Ha  o  n o rte-am erican o ,sn -                                                                                                         C05  0  consequente  endeusamento dos  que

                           tr^g ue  a  in ic ia tiv ^   p riv ad a4sob  o  con                                                                                                       a  e le   s u b stitu ira m .


                           tç o le   do  Espado.  Ha  o  f r an ces,  m istgT

                           Ha  c  holandês  m isto .  E  ha  ea  c e io  a e_g                                                                                                                          R e firo -a e   episodicam ente  a  e s te


                           te s   que  m encionei,uca  in fin id a d e                                                                        de                                     ajama  do  poder  s o v ié tic o   apenas  para

                            su b sistem as,que  atribuem   m aior  ou  me­                                                                                                           d ele  i n f e r i r   que  tenhamos  extremo^cuA


                           nor  in g eren cig   do  Estado ,no  caapo  d&s                                                                                                           dado  ao  v o ta r  o  S u b s titu tiv o   dg  Cama­

                           te leco cu n icaço es,o u   da  rad io  -d ifu s ã o                                                                                                      r a .  Pode  d a r  ç  m onopolização  n e le   p r j

                           p a r tic u la r .                                                                                                                                        vj^sta  en se jo   a  uma  gpa re n te   l i b e r t a   -

                                                                                                                                                                                     çao  p a ja   uma  in e v itá v e l  se rv id ã o .  I I -

                                                                                                                                                                                     o ertaçao   que  os  seus  d efen so res  dizem
                                               A  podos  e le  s , e n tra  ta n to , S r. P r* ;

                            s id e n te ,e   como*  o  p rin c ip io   do  co n tro                                                                                                   s e r  das  com panhias  p riv a d a s  que  exp^o


                           le   do  Estado  sobre  as  ativ id a d e s.d a g o                                                                                                       r am  os  d ito s   tro n c o s ,p a ra   uma                                                            s e rv i­

                           que  a  e s ta s   se  ligam,como  f i z   refe^aja                                                                                                       dão  a  um  E stado  que  de  fu tu ro   se Ja  ua
                                                                                                                                                                                      tir a n o .
                           c ia   no  in ic io   d e ste   d is c u rs o ,in te re s ­

                            ses  o u tr o s ,ta is   coajo  se ja a ,o   da  segu­                                                                                                                        P re firo   cea  n il  vezes  m ais,  S r.


                           r a n ç a ^   da  ordem  p u b lic a ,o   da  educa  -
                                                                                                                                                                                      Presidente, perm anecer  sob                                                                         sup osta
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